Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.
Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.
Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.

Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.

Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.
Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.
Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.

Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.

Visão geral
Uma das maiores empresas diversificadas de recursos naturais do mundo atua em mineração, processamento de metais e trading de commodities, com operações em mais de dez países na África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa. A equipe de Desenvolvimento Sustentável (SD), baseada na sede europeia, atua como gestora global de risco reputacional, coordenando inteligência ESG, engajamento com stakeholders e monitoramento de issues entre equipes regionais e locais que operam em inglês, espanhol, português e francês.
Essa equipe passou a lidar com uma demanda crescente: gerenciar de forma proativa os temas ESG materiais enquanto atendia a um conjunto cada vez maior de exigências de disclosure, incluindo a Section 172(1) do UK Companies Act, a CSRD da União Europeia e o padrão setorial GRI para mineração.
O desafio
A abordagem existente da equipe apresentava lacunas estruturais importantes:
• Os relatórios de engajamento exigidos pela Section 172 eram compilados manualmente duas vezes por ano a partir de diferentes equipes nacionais e regionais, cada uma com métodos e formatos distintos, o que dificultava a construção de uma narrativa consistente, auditável e defensável para o board e reguladores.
• O reporting ESG para o board era intensivo em esforço e reativo, construído a partir de inputs dispersos, sem um sistema centralizado para registrar histórico de engajamentos, evolução de issues ou posicionamento de stakeholders.
• Consultorias externas eram acionadas periodicamente para entrevistar stakeholders, mas o modelo era caro, com cobertura limitada e gerava apenas visões pontuais, em vez de inteligência contínua.
• O monitoramento de mídia gerava grande volume de ruído, com menções superficiais misturadas a conteúdos relevantes, dificultando identificar quais issues e stakeholders realmente exigiam atenção.
• Não havia uma capacidade estruturada para mapear redes globais de ONGs e ativistas, incluindo financiadores, conexões de campanhas e relação com temas como sourcing responsável, apesar de serem uma fonte relevante de risco reputacional.
A solução
A TSC.ai implementou o Genie como o centro de inteligência ESG da equipe de SD, criando uma plataforma centralizada para inteligência de issues, engajamento com stakeholders e reporting de disclosure em escala global.
O sistema foi configurado para monitorar temas ESG materiais, acompanhar conversas de stakeholders dentro de uma estrutura de issues e fornecer análises baseadas em IA, filtrando sinais relevantes em meio ao ruído da mídia.
No âmbito de stakeholders, o Genie passou a ser o repositório único de todos os engajamentos, permitindo identificar novas oportunidades e alinhar estratégias entre equipes regionais. As capacidades de network mapping foram utilizadas para visualizar ecossistemas de ONGs, redes de ativismo e suas conexões com campanhas de sourcing responsável.
Dashboards, newsletters e fluxos automatizados de reporting foram estruturados para alimentar diretamente as exigências de disclosure, transformando um processo manual semestral em uma capacidade contínua, estruturada e alinhada às exigências de Section 172, CSRD e GRI.
Use case 1: Horizon scanning e inteligência de issues ESG
A equipe precisava monitorar uma ampla gama de temas ESG, desde transição climática e gestão de água até direitos humanos, relações com comunidades e sourcing responsável.
O volume de mídia era alto, mas com baixa qualidade de sinal. Muitas menções superficiais dificultavam identificar desenvolvimentos relevantes e direcionar esforços de engajamento.
Com o Genie, o monitoramento foi estruturado em torno dos temas materiais da empresa, com classificação de conteúdo e modelagem de tópicos para separar desenvolvimentos relevantes de menções rotineiras. A análise de sentimento passou a ser segmentada por grupo de stakeholders, oferecendo uma visão mais granular.
A capacidade de resumir e analisar múltiplos conteúdos passou a fazer parte do fluxo diário, permitindo que a equipe acompanhe ativos e stakeholders de forma contínua. Os briefs gerados pelo Ask Genie viabilizam análises rápidas de novos temas sem necessidade de analistas dedicados para cada tópico.
Use case 2: Reporting de stakeholders para disclosure
Com o aumento das exigências de disclosure, a empresa precisava comprovar de forma estruturada o engajamento com stakeholders e como esses inputs influenciam decisões.
O processo anterior, manual e semestral, dificultava a consistência e auditabilidade das narrativas apresentadas ao board.
O Genie passou a centralizar a documentação de engajamentos dentro de uma estrutura de issues, conectando cada interação a perfis de stakeholders, temas e resultados. Isso cria um histórico auditável que pode ser consultado por tema, região ou grupo de stakeholders.
Os fluxos de reporting foram alinhados diretamente às estruturas da Section 172, CSRD e GRI, permitindo gerar outputs prontos para disclosure a partir da mesma base utilizada no dia a dia, eliminando a necessidade de compilar relatórios do zero.
Use case 3: Mapeamento global de redes de ONGs e ativistas
A empresa, atuando em geografias de alta exposição, é frequentemente alvo de campanhas de ONGs e pressão de ativistas, especialmente em temas como impacto ambiental, direitos comunitários e sourcing responsável.
A equipe precisava entender não apenas organizações isoladas, mas as redes que conectam ONGs, grupos ativistas, financiadores e campanhas.
Com o Genie, foi possível mapear esses ecossistemas, conectando organizações, campanhas e financiadores, e sobrepondo essas redes com inteligência de issues e cobertura de mídia.
Isso permitiu identificar quais atores estão impulsionando determinadas narrativas e antecipar movimentos emergentes. A segmentação de grupos de stakeholders tornou esse monitoramento sistemático e acionável, apoiando a estratégia de engajamento.
Conclusão
O que começou como uma iniciativa para centralizar a inteligência ESG se tornou a base operacional da função global de desenvolvimento sustentável da empresa.
A equipe passou a operar com visibilidade contínua sobre temas materiais, engajamento estruturado com stakeholders e inteligência de redes de ONGs e ativistas.
Processos manuais, análises pontuais e monitoramento fragmentado foram substituídos por uma capacidade escalável, contínua e preparada para atender exigências de disclosure com consistência e segurança.